Qual a diferença entre Enólogo, Sommelier e Enófilo?

Vinhos | sexta-feira 24 outubro 2014 11:01

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Para explicar de vez essa questão, lembre-se que enólogo é o profissional que trabalha nos vinhedos e na indústria de vinho, e não no restaurante. É ele o profissional que cuida da transformação da uva em vinho, supervisionando o processo até o engarrafamento. Nas vinhas ele analisa o solo, o método de irrigação, a escolha das mudas e até a técnica da poda e colheita. Na indústria, ele define as técnicas de vinificação, os cortes, o tempo de maturação e o momento certo de colocar o vinho no mercado. Para exercer a profissão no Brasil, um enólogo precisa ter certificação técnica ou diploma de nível superior. A  Lei nº 11.476, de 29 de maio de 2007 regulamenta as profissões de enólogo e de técnico em enologia.

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Já o sommelier é aquele profissional que executa serviços especializados de vinhos em empresas deeventos gastronômicos, hotelaria, restaurantes, supermercados, enotecas e em comissariaria de companhias aéreas e marítimas. Entre as atividades de um sommelier estão: a preparação e oserviço do vinho; o armazenamento do produto; e a elaboração da carta de vinhos de um restaurante. No Brasil, não é necessário diploma para atuar como sommelier. No entanto, existe uma lei que regulamenta a profissão no país: Lei n° 12.467, de 26 de agosto de 2011.

Para não confundir um com o outro, guarde essa dica: “O trabalho de um sommelier começa quando termina o do enólogo.”

Por último, existe também  o enófilo que é qualquer pessoa que aprecia vinhos, ou seja, se você está lendo este blog, com toda certeza, é um enófilo, assim como eu. De modo geral, todo enólogo e todo sommelier  também são considerados enófilos. Mas, atenção, nem todo enófilo é um sommelier ou um enólogo, entendeu?

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(Fonte: Blog Vinho Tinto) 


Aprenda a escolher o melhor vinho para uma noite a dois

Vinhos | terça-feira 21 outubro 2014 12:27

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Que tal aproveitar o fim de semana para curtir uma noite romântica? E, ainda melhor, que tal fazer isso dentro da sua própria casa, preparando um ambiente mágico e muito romântico para reativar a paixão entre você e sua amada? Uma boa pedida é investir em um vinho poderoso, que vai ajudar vocês dois a relaxar e a esquecer os problemas do dia a dia.

Se você vai se aventurar na cozinha e preparar um jantar e servir junto com seu vinho, o bacana é saber o que harmoniza com cada uva. Um peixe, por exemplo, que é uma refeição leve, pede uma bebida que seja mais ácido que o prato. Nossa seleção de espumantes são uma ótima pedida!

Carnes vermelhas, assados ou ensopados pedem um vinho como o Cabernet Sauvignon, que é um tipo bem seco e tânico.

O Merlot é considerado um vinho que agrada todos os paladares, sendo uma escolha certeira para agradar. Aposte nele para combinar com atum ou salmão grelhado.

Uma boa ideia é tomar o vinho comendo chocolates, para deixar a noite, além de saborosa, bastante afrodisíaca. Se for esta a escolha de vocês, compre um vinho Cabernet encorpado, como o da nossa linha Reserva!

 

Qualquer que seja sua escolha, um vinho doce ou um vinho seco, certamente sua noite vai ser romântica e apaixonada!


Como beber vinho no verão?

Empórios,Vinhos | terça-feira 14 outubro 2014 13:46

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Por incrível que pareça, mesmo com as altas temperaturas do verão ainda é tempo de tomar bons vinhos. Nessa estação, recomenda-se o consumo de vinhos brancos e espumantes, mas é sempre bom tomar algumas precauções para que a bebida não se aqueça com o calor.

Um vinho aquecido tem um aroma muito acentuado e alguns elementos de sua degustação acabam ficando perdidos. Entretanto, cada rótulo reage diferentemente às temperaturas elevadas: o vinho branco, por exemplo, deve ser apreciado com uma temperatura mais baixa, para moderar sua acidez. Mas, cuidado: não sirva-o muito gelado, senão os aromas ficam inibidos.

Para resfriar o vinho, o ideal é colocar a garrafa em um recipiente (como um balde) com pedras de gelo, água gelada e sal grosso, para acelerar o resfriamento. Em hipótese alguma deve-se colocar pedras de gelo diretamente no vinho, senão o líquido pode diluir, afetando o sabor da bebida.

Colocar a garrafa em um congelador por um curto período de tempo também é inadequado, já que o resfriamento brusco afeta o aroma e o sabor, fazendo com que o vinho aumente o volume de líquido e venha a sofrer o risco de ter a garrafa rachada.

O vinho branco deve ser consumido em uma temperatura média de 4° a 6°C. Nessas temperaturas, a bebida combina com as estações mais quentes devido à ótima acidez e um menor teor alcoólico em relação aos outros vinhos.

Além do vinho branco, esta época do ano também é propícia para os espumantes e rosados, já que são mais leves, refrescantes e podem ser servidos em temperaturas mais baixas.

 

(Fonte: Carlos Cabral)


De onde vem o costume de brindar?

Vinhos | segunda-feira 29 setembro 2014 13:58

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A própria origem do brinde não é clara. Na Grécia e na Roma Antiga era muito comum a tentativa de assassinar seus inimigos por envenenamento. Para provar que a bebida que estava sendo oferecida era segura, o anfitrião colocava uma pequena quantidade da bebida do convidado em seu próprio copo e ambos ingeriam simultaneamente. Antes disso, anfitrião e convidado tocavam seus copos como um símbolo de confiança. Acredita-se que o hábito de propor “saúde” tenha essa mesma origem.

Outra possibilidade remonta também aos gregos e fenícios, que erguiam suas taças como uma oferenda simbólica aos deuses para saciar sua sede. Os romanos adotaram um hábito semelhante, onde derramavam um pouco da bebida no chão – que no Brasil se transformou no popular “dar um gole pro santo”.

Mas, qual é a etiqueta para o brinde? Devemos tocar as taças ou apenas erguê-las? E o popular “tim-tim” que alguns falam em voz alta, é errado ou podemos falar sem problema algum?

Você pode brindar à vontade, mas se quiser seguir a etiqueta, aqui algumas premissas:

Não é considerado educado bater com um talher no copo para pedir silêncio antes de propor um brinde.
Se houver um homenageado no brinde, ele não deve se levantar durante o brinde e deve ser o último a beber. Após todos beberem, a etiqueta diz que o homenageado deve levantar e apenas agradecer, sem discursos.
Quando houver um anfitrião no evento é de bom tom pedir sua permissão para fazer um brinde e deixar que ele faça um primeiro, caso deseje.
Quem propõe o brinde deve sempre estar de pé, a menos que esteja num pequeno grupo informal.
Não se deve “atravessar a mesa” para tocar o copo das outras pessoas em um brinde. O correto é encostar o copo apenas com as pessoas que estão ao seu lado ou erguê-lo de forma calorosa sem encostar no copo de ninguém, oferecendo simbolicamente à todos.
Ao oferecer um brinde é importante se certificar que todos estão com seus copos cheios.
Por o copo à mesa sem beber é considerado deselegante e sugere que a pessoa não compartilha do que foi oferecido no brinde. É aconselhado que, mesmo as pessoas que não bebem, tomem um pequeno gole em sinal de respeito.
O brinde, tradicionalmente, é feito com bebida alcoólica, mas os especialistas no assunto consideram perfeitamente aceitável brindar com água. Brindar com copo vazio é visto por muitos como algo rude ou sinônimo de má sorte.
Não se deve complementar o discurso de brinde de uma pessoa. Se você quer dizer algo, o correto é que após o brinde ser realizado você proponha um outro brinde.

Sobre falar “tim-tim” antes do brinde não encontrei nada específico nos guias de etiqueta internacionais, mas em algumas matérias é dito como algo redundante e pouco refinado.

Propor o brinde usando em outro idioma também não é problema. Apesar da palavra “saúde” ser a mais utilizada, em alguns países se brindam “à vida” ou se mantém tradições seculares, como na Dinamarca e na Noruega onde o brinde usa a palavra “caveira”, remontando ao costume Viking de beber cerveja no crânio de seus inimigos.

As formas mais famosas são:

Alemanha: Prost
Brasil e Portugal: Saúde
Dinamarca e Noruega: Skäl (se pronuncia “Skol”, do Viking “caveira”)
Espanha: Salud
Estados Unidos e Inglaterra: Cheers
França: Santé ou Salut
Israel: I’chayim (do ídiche “à vida”)
Itália: Salute
Rússia: Na Zdorov (se pronuncia “Nastrovie”)
Uma coisa é certa: brindar é muito prazeroso. Celebre sempre que possível, harmoniza com a vida!

 

(Fonte: Panela de Barros – blog)


O que é tanino?

Vinhos | sexta-feira 19 setembro 2014 13:40

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Você sabe o que é este tanino? Qual sua importância e influência para os vinhos?

Muitos comentam que não gostam de vinho que amarra, seca e pega na boca ou que dá aquela sensação de banana verde. Pois bem, este é o tanino.

Em termos químicos tanino é um fenol. Em termos de natureza ele está presente em todos os frutos verdes, nas sementes, no caule e cabinhos. Serve de proteção à planta e aos seus frutos, quando ainda verdes.

Em termos de vinho, fora as partes verdes , em geral, não vinificadas, estão mais presentes na casca das uvas. Os tintos têm muito mais taninos que os brancos. E entre as uvas tintas, as mais conhecidamente tânicas, são a Baga e a Tannat, como mencionado acima. E as menos tânicas, Pinot Noir e a Gammay, dos Beaujolais

No processo de vinificação existem várias técnicas que amenizam, arredondam e integram os taninos ao vinho. Mas, dependendo da qualidade das uvas, aí referindo a sua maturação completa (de dentro para fora) e do tipo de vinificação, por vezes, o tanino encontra-se muito presente, algo como verde e marcante, que incomoda bastante. Quanto ao aspecto visual, normalmente mostram um tinto com cor intensa e as bordas tendendo ao roxo.

Vinhos com mais tanino

Tannat
Nebbiolo
Cabernet Sauvignon
Tempranillo
Montepulciano
Petit Verdot
Petite Sirah
 

Vinhos com menos tanino

Barbera
Zinfandel
Pinot Noir
Primitivo
Grenache
Merlot
Gamay
 
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A barrica de carvalho, em geral o americano ou o francês, com sua constante micro-oxigenação, acalmam e arredondam estes taninos, tornando-os aveludados e trazendo corpo. deixando vinho com mais estrutura.  Aqui o tempo de barrica e garrafa só traz benefícios!

Desfrutar vinhos com mais informação é desfrutar melhor. Um brinde ao conhecimento!

 

(Fonte: Site Sobre Vinho)


Você sabe como desgustar um vinho?

Vinhos | segunda-feira 15 setembro 2014 13:08

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Existe um ritual básico que é feito de algumas etapas bem fáceis de memorizar. Vamos aprender a degustar um vinho e reconhecer todas as suas qualidades?

1 – Visual

Esse é o primeiro contato com o vinho, nele, observamos sua cor, o brilho, a limpidez, a existência ou não de turvação.

Tintos: jovens têm cores vermelho intenso, rubi, violeta. Mais velhos, ganham bordas cor de tijolo. Muito antigos, podem derivar para o marrom alaranjado.

Brancos: jovens têm cores claras, amarelo, palha, às vezes com reflexos esverdeados. Mais velhos, ganham toques alaranjados, mais intensos.

Rosés: podem variar da cor cereja à da casca de cebola, passando pelo salmão.

Espumantes: jovens, elaborados pelo método Charmat ( segunda fermentação em tanques de inox) são geralmente amarelo claro, quase incolores. Mais velhos, elaborados pelo método Champenoise ou Tradicional ( segunda fermentação na garrafa), adquirem cor dourada. Bolhas de gás finas e persistentes (o perlage) são indício de qualidade superior em um espumante.

2 – Olfativa

Possivelmente a parte mais importante da avaliação de um vinho. Gira-se o líquido na taça, para a liberação das substâncias voláteis, e aspiram-se profundamente os aromas. Que podem ser primários (originários da fruta e do terroir), secundários (do processo de vinificação) ou terciários (próprios do envelhecimento).

Tintos: jovens, devemos encontrar aromas de frutas vermelhas, às vezes de compotas e geleias. Ou couro, café, especiarias e tabaco, nos mais longevos.

Brancos: jovens identificamos flores ou frutas de polpa clara, como abacaxi, melão, pêssego, banana ou limão. Nos mais velhos, com passagem por barrica, notas de manteiga. Nos brancos licorosos ou de colheita tardia, muito mel.

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3 – Gustativa

Essa é a última etapa da avaliação. Fazemos o vinho rolar pela boca, para sentirmos o álcool, os taninos, a doçura, a acidez, o amargor. Aqui, busca-se o equilíbrio entre esses diversos elementos.

Tintos: encorpados terão mais álcool e taninos do que os mais leves.

Brancos: terão frescor, notas cítricas, por vezes alguma manteiga.

Espumantes: jovens, muita fruta e acidez. Evoluídos, sabores de nozes, fermento, brioche, pão tostado, e menor acidez.

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Nesta fase da avaliação, os vinhos podem ser engolidos ou descartados em um recipiente adequado, caso se trate de uma degustação técnica com muitas amostras.

E você, já degustou os vinhos Mitto Terroir?

Esperamos que você possa desfrutá-los apreciando todas as suas características de produção!

Um brinde aos bons momentos!

 


Chegou a hora dos vinhos nacionais conquistar a Europa.

Vinhos | terça-feira 7 fevereiro 2012 14:05

O Brasileiro nunca bebeu tanto vinho como nos últimos anos.Segundo a associação do setor Ibravin,foram vendidos 249,6 milhões de litros em 2011,um aumento de 7%.As exportações também estão em alta cresceram 80% conquistando mercados como a China e Europa.
Isso porque nossos vinhos são Baratos? Não.É porque nosso vinho é bom.Nossas vendas estão crescendo muito porque o europeu,gosta de coisas novas.
Agora chegou a hora de conquistarmos a Europa.

Um brinde ao Brasil que está na moda.