Como calcular a bebida do seu casamento?

Casamento | quarta-feira 29 outubro 2014 13:14

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Organizar uma festa de casamento e não desembolsar tanto  é possível! Como calcular a bebida da sua festa de casamento? Este é um fator que muita gente não se preocupa, por isso selecionamos algumas dicas para que seu cálculo seja correto.

Para poder calcular a quantidade e o tipo de bebida que melhor se adeque a seu casamento leve em consideração:

• Qual o número de convidados?

• Seu casamento será de dia ou de noite? O consumo por pessoa pode variar dependendo do horário da festa de casamento, geralmente se consomem menos em festas realizadas durante o dia que a noite. Não é uma regra, mas pode ajudar no cálculo. Outro fator é o clima: se tem sol, se está frio e da mesma forma a estação do ano.

• Qual a  quantidade de convidados com um perfil mais jovem que estarão presentes na festa? Se a maioria de seus convidados tiver entre 20 à 40 anos, deve-se calcular até 6 taças por pessoa.

• Qual bebida que os convidados mais gostam? Nós recomendamos o Frisante Mitto Terroir, que é democrático e agrada todos os paladares por sua leveza e sabor frutado! A escolha perfeita para brindes perfeitos!

Este é apenas um direcionamento para que calculem a quantidade de bebida que deverão comprar. Fiquem atentos ao número de convidados que já confirmaram presença através de RSVP que é a abreviatura de Répondez S’il Vous Plaît, expressão francesa que significa “Responda por favor”.

O RSVP é utilizado pela pessoa que deseja a sua presença no evento que ela vá realizar, desta maneira ele pede a confirmação para ter um melhor planejamento do evento em geral para ter a certeza de que tudo saia o mais perfeito possível.

 

Para conhecer mais sobre o Fristante Mitto Terroir, acesse nosso site e entre em contato com um dos nossos representantes:

www.vinhosmitto.com.br


Qual a diferença entre Enólogo, Sommelier e Enófilo?

Vinhos | sexta-feira 24 outubro 2014 11:01

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Para explicar de vez essa questão, lembre-se que enólogo é o profissional que trabalha nos vinhedos e na indústria de vinho, e não no restaurante. É ele o profissional que cuida da transformação da uva em vinho, supervisionando o processo até o engarrafamento. Nas vinhas ele analisa o solo, o método de irrigação, a escolha das mudas e até a técnica da poda e colheita. Na indústria, ele define as técnicas de vinificação, os cortes, o tempo de maturação e o momento certo de colocar o vinho no mercado. Para exercer a profissão no Brasil, um enólogo precisa ter certificação técnica ou diploma de nível superior. A  Lei nº 11.476, de 29 de maio de 2007 regulamenta as profissões de enólogo e de técnico em enologia.

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Já o sommelier é aquele profissional que executa serviços especializados de vinhos em empresas deeventos gastronômicos, hotelaria, restaurantes, supermercados, enotecas e em comissariaria de companhias aéreas e marítimas. Entre as atividades de um sommelier estão: a preparação e oserviço do vinho; o armazenamento do produto; e a elaboração da carta de vinhos de um restaurante. No Brasil, não é necessário diploma para atuar como sommelier. No entanto, existe uma lei que regulamenta a profissão no país: Lei n° 12.467, de 26 de agosto de 2011.

Para não confundir um com o outro, guarde essa dica: “O trabalho de um sommelier começa quando termina o do enólogo.”

Por último, existe também  o enófilo que é qualquer pessoa que aprecia vinhos, ou seja, se você está lendo este blog, com toda certeza, é um enófilo, assim como eu. De modo geral, todo enólogo e todo sommelier  também são considerados enófilos. Mas, atenção, nem todo enófilo é um sommelier ou um enólogo, entendeu?

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(Fonte: Blog Vinho Tinto) 


Aprenda a escolher o melhor vinho para uma noite a dois

Vinhos | terça-feira 21 outubro 2014 12:27

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Que tal aproveitar o fim de semana para curtir uma noite romântica? E, ainda melhor, que tal fazer isso dentro da sua própria casa, preparando um ambiente mágico e muito romântico para reativar a paixão entre você e sua amada? Uma boa pedida é investir em um vinho poderoso, que vai ajudar vocês dois a relaxar e a esquecer os problemas do dia a dia.

Se você vai se aventurar na cozinha e preparar um jantar e servir junto com seu vinho, o bacana é saber o que harmoniza com cada uva. Um peixe, por exemplo, que é uma refeição leve, pede uma bebida que seja mais ácido que o prato. Nossa seleção de espumantes são uma ótima pedida!

Carnes vermelhas, assados ou ensopados pedem um vinho como o Cabernet Sauvignon, que é um tipo bem seco e tânico.

O Merlot é considerado um vinho que agrada todos os paladares, sendo uma escolha certeira para agradar. Aposte nele para combinar com atum ou salmão grelhado.

Uma boa ideia é tomar o vinho comendo chocolates, para deixar a noite, além de saborosa, bastante afrodisíaca. Se for esta a escolha de vocês, compre um vinho Cabernet encorpado, como o da nossa linha Reserva!

 

Qualquer que seja sua escolha, um vinho doce ou um vinho seco, certamente sua noite vai ser romântica e apaixonada!


Que taça escolher?

Empórios | quinta-feira 16 outubro 2014 21:28

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Cada tipo de vinho pede uma taça diferente. Sabe porque isso?

O vinho pode ser considerado sinônimo de glamour e requinte. Alguns chegam a custar fortunas, e cada tipo pede uma taça diferente. Mas não é só pelo “status” que isso ocorre. Muitos não sabem, mas o papel chave da taça de vinho é realçar algumas características da bebida.

Assim como existem diversos modelos de roupas, cada um com detalhes que servem para realçar diferentes tipos de corpo, escolher a taça certa pode fazer toda a diferença ao servir as bebidas. Para fazer bonito na hora de receber seus convidados, primeiro é preciso saber mais sobre os tipos de taças.

Taça para água

É o modelo mais fácil de identificar, pois a água não possui um sabor que possa ser alterado com o tempo e é preciso apenas mantê-la gelada. O tamanho da taça para água deve ser sempre maior e pode ou não ter pé (base).

Taça para vinho branco

O vinho branco é uma bebida que pode ser consumida gelada, por isso o tipo de taça ideal é com modelo menor, para que o líquido não esquente rapidamente. A taça para vinho branco também pode ser usada para degustar um vinho rosé.

Taça para champanhe

Para beber um bom champanhe, é preciso servi-lo sempre em uma taça alta e fina. O formato da taça para champanhe é ideal para manter a efervescência da bebida por mais tempo e conservar o seu sabor.

Taça para licor

O licor é uma bebida bem doce que geralmente é servida logo após as refeições devido a sua ação digestiva. A taça para licor deve ter porte médio, assim a bebida é consumida em pequenos goles.

Taça para conhaque

Para servir o conhaque, é preciso evitar que as mãos esquentem a bebida e ela perca seu aroma. Por isso, a taça para conhaque ideal deve apresentar um formato tipo “baloon” e com o pé (base) curto.

Taça para Martini

O Martini é uma bebida que deve ser consumida em pequenas doses e sem pedras de gelo, apenas gelada. A taça para Martini deve ter um formato de copo triangular pequeno (estreito no fundo e aberto no bocal) e com o pé (base) alto. Para deixar o drinque mais charmoso, acrescente detalhes como uma azeitona ou cereja dentro da taça e evite exagerar na quantidade.

Taça para vinho tinto

A taça para vinho tinto deve apresentar um formato maior e com o copo mais bojudo que da taça de vinho branco, pois essa bebida necessita de mais oxigenação para realçar seu aroma. Geralmente, o vinho tinto não é consumido gelado.

Não é necessário que se tenha as inúmeras taças que existem no mercado, Porém para um bom apreciador trouxemos quatro tipos de taças mais utilizadas  que lhe permitirão apreciar uma variedade de vinhos. São estas:

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Como beber vinho no verão?

Empórios,Vinhos | terça-feira 14 outubro 2014 13:46

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Por incrível que pareça, mesmo com as altas temperaturas do verão ainda é tempo de tomar bons vinhos. Nessa estação, recomenda-se o consumo de vinhos brancos e espumantes, mas é sempre bom tomar algumas precauções para que a bebida não se aqueça com o calor.

Um vinho aquecido tem um aroma muito acentuado e alguns elementos de sua degustação acabam ficando perdidos. Entretanto, cada rótulo reage diferentemente às temperaturas elevadas: o vinho branco, por exemplo, deve ser apreciado com uma temperatura mais baixa, para moderar sua acidez. Mas, cuidado: não sirva-o muito gelado, senão os aromas ficam inibidos.

Para resfriar o vinho, o ideal é colocar a garrafa em um recipiente (como um balde) com pedras de gelo, água gelada e sal grosso, para acelerar o resfriamento. Em hipótese alguma deve-se colocar pedras de gelo diretamente no vinho, senão o líquido pode diluir, afetando o sabor da bebida.

Colocar a garrafa em um congelador por um curto período de tempo também é inadequado, já que o resfriamento brusco afeta o aroma e o sabor, fazendo com que o vinho aumente o volume de líquido e venha a sofrer o risco de ter a garrafa rachada.

O vinho branco deve ser consumido em uma temperatura média de 4° a 6°C. Nessas temperaturas, a bebida combina com as estações mais quentes devido à ótima acidez e um menor teor alcoólico em relação aos outros vinhos.

Além do vinho branco, esta época do ano também é propícia para os espumantes e rosados, já que são mais leves, refrescantes e podem ser servidos em temperaturas mais baixas.

 

(Fonte: Carlos Cabral)


Como armazenar meu vinho?

Empórios | sexta-feira 10 outubro 2014 15:46

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Para que o vinho seja corretamente conservado, de modo que não perca suas propriedades, diversos itens são importantes, como não expor a garrafa à luz solar ou a mudanças bruscas de temperatura.

Especialistas apontam que a temperatura ideal para conservar as garrafas de vinho gira em torno de 13°C e o ambiente deve ter a temperatura constante, sem grandes oscilações. Além disso, a umidade do local deve ser observada e mantida perto de 65%, ajudando a manter a umidade da rolha, evitando seu ressecamento.

Outro ponto importante sobre a rolha é a necessidade de conservar as garrafas na horizontal, o que mantém a cortiça em contato com o líquido e também impede seu ressecamento, que pode causar entrada de ar em demasia na garrafa e estragar o vinho, que deve apenas “respirar” dentro da garrafa.

Segundo os especialistas, é recomendável armazenar apenas vinhos no local, uma vez que a bebida pode ficar impregnada com outros aromas. Além disso, pelo fluxo natural de calor, convém manter os vinhos brancos na parte de baixo da adega e os tintos em cima. Para garantir a qualidade do vinho, vale a pena atentar-se também à quantidade de anos que o mesmo pode ser envelhecido sem perder suas características.


A diferença entre o vinho frisante e o espumante

Empórios | quarta-feira 8 outubro 2014 13:12

Já se perguntou qual a diferença entre frisante e espumante? A Mitto Terroir possui em sua linha esses dois vinhos e gostaríamos de mostrar um pouco mais sobre  essas bebidas  para que você compreenda o que há de especial em cada uma.

Espumante em grande demanda, dez. 2010, foto Daniela Villar

A diferença entre o vinho frisante e o espumante é um questionamento comum para os iniciantes no mundo do vinho. E o primeiro passo para entendê-la é conhecer como se produz um vinho, para depois entender como funciona os diferentes métodos de vinificação. A fermentação alcoólica é um conjunto de reações provocadas por micro-organismos, as leveduras, que atacam a glicose e a frutose contidas no mosto transformando-os em álcool e gás carbônico.

Para se produzir um espumante ou um frisante, precisamos de gás carbônico (borbulhas) e esse gás tem de ser obtido de maneira natural. Agora vamos às características de cada um desses vinhos:

Espumantes

Os espumantes são produzidos através de duas fermentações, a primeira que chamamos de vinho base, aonde a fermentação vai até o final. Ou seja, o vinho fica seco e sem gás carbônico e a segunda é quando se obtém esse gás (as borbulhas).

Para isso, existem dois processos, Champenoise (também conhecido como Tradicional ou Clássico) e Charmat:
– O método champenoise é aquele onde a 2ª fermentação do vinho base ocorre dentro da própria garrafa.
– O método charmat já passa por uma produção um pouco diferente, fazendo com que o vinho base realize sua segunda fermentação em tanques de aço inox .
– No final, os dois métodos recebem uma mistura que se chama Liqueur d`expédition (Licor de expedição), que é responsável em fazer a classificação deste espumante, sendo brut ou demi sec.

Frisantes

– Trata-se de uma fermentação sem vinho base, sem licor de tiragem e sem licor de expedição.
– Ou seja, como não tem vinho base, tanto a fermentação alcoólica quanto a toma de espuma ocorrem no mesmo processo.
– Nos vinhos frisantes o método de obtenção das bolhas pode ser tanto natural como artificial.

Por essas diferenças no método de produção, o vinho frisante sempre terá menor nível de gás carbônico em relação ao espumante. Ou seja, o vinho frisante é menos gaseificado e tem menos espuma do que um espumante.

E nada melhor do que ver essa diferença na taça!

A Mitto Terroir convida  você para conhecer sua linha de espumantes e frisantes, perfeitos para comemorações, harmonizam com a vida!

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(Fonte: Sommelier Wine)


Como harmonizar queijos e vinhos?

Empórios | quinta-feira 2 outubro 2014 15:27

queijos_e_vinhosQueijos e vinhos parecem ter uma vocação natural para se harmonizar. Importante notar que ambos aparecem no plural. Assim como escolhemos dois ou três tipos de queijos, deveríamos fazer o mesmo com os vinhos, pois, dependendo do tipo de leite utilizado (de vaca, de cabra ou de ovelha) e do tempo de cura, a harmonia se dá de diferentes maneiras.

O queijo de cabra fresco é ideal para iniciar uma reunião. Pede vinhos brancos leves, jovens, secos, com boa acidez e aromáticos. Uma boa opção é o nosso Mitto Prosseco ou espumante Brut.

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O camembert, produzido a partir do leite de vaca, tem massa de cor amarela-clara e uma crosta de bolor branco na superfície. Ao paladar, mostra um delicado toque salgado e frutado.  Nos tintos, pede um de corpo mais leve e muito aromático, como nosso vinho Jovem Cabernet/Merlot.

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Originário da Itália, o gorgonzola dolce, que não tem nada de doce, é cremoso e macio. Criado há mais de mil anos, tem aroma muito intenso e sabor forte. Há quem não seja fã de seus veios azuis onde proliferam bactérias. Porém, provar esse queijo com o vinho certo é uma viagem ao paraíso. Vinhos doces são as opções ideais para harmonização, como nosso Jovem Moscato.

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