De onde vem o costume de brindar?

Vinhos | segunda-feira 29 setembro 2014 13:58

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A própria origem do brinde não é clara. Na Grécia e na Roma Antiga era muito comum a tentativa de assassinar seus inimigos por envenenamento. Para provar que a bebida que estava sendo oferecida era segura, o anfitrião colocava uma pequena quantidade da bebida do convidado em seu próprio copo e ambos ingeriam simultaneamente. Antes disso, anfitrião e convidado tocavam seus copos como um símbolo de confiança. Acredita-se que o hábito de propor “saúde” tenha essa mesma origem.

Outra possibilidade remonta também aos gregos e fenícios, que erguiam suas taças como uma oferenda simbólica aos deuses para saciar sua sede. Os romanos adotaram um hábito semelhante, onde derramavam um pouco da bebida no chão – que no Brasil se transformou no popular “dar um gole pro santo”.

Mas, qual é a etiqueta para o brinde? Devemos tocar as taças ou apenas erguê-las? E o popular “tim-tim” que alguns falam em voz alta, é errado ou podemos falar sem problema algum?

Você pode brindar à vontade, mas se quiser seguir a etiqueta, aqui algumas premissas:

Não é considerado educado bater com um talher no copo para pedir silêncio antes de propor um brinde.
Se houver um homenageado no brinde, ele não deve se levantar durante o brinde e deve ser o último a beber. Após todos beberem, a etiqueta diz que o homenageado deve levantar e apenas agradecer, sem discursos.
Quando houver um anfitrião no evento é de bom tom pedir sua permissão para fazer um brinde e deixar que ele faça um primeiro, caso deseje.
Quem propõe o brinde deve sempre estar de pé, a menos que esteja num pequeno grupo informal.
Não se deve “atravessar a mesa” para tocar o copo das outras pessoas em um brinde. O correto é encostar o copo apenas com as pessoas que estão ao seu lado ou erguê-lo de forma calorosa sem encostar no copo de ninguém, oferecendo simbolicamente à todos.
Ao oferecer um brinde é importante se certificar que todos estão com seus copos cheios.
Por o copo à mesa sem beber é considerado deselegante e sugere que a pessoa não compartilha do que foi oferecido no brinde. É aconselhado que, mesmo as pessoas que não bebem, tomem um pequeno gole em sinal de respeito.
O brinde, tradicionalmente, é feito com bebida alcoólica, mas os especialistas no assunto consideram perfeitamente aceitável brindar com água. Brindar com copo vazio é visto por muitos como algo rude ou sinônimo de má sorte.
Não se deve complementar o discurso de brinde de uma pessoa. Se você quer dizer algo, o correto é que após o brinde ser realizado você proponha um outro brinde.

Sobre falar “tim-tim” antes do brinde não encontrei nada específico nos guias de etiqueta internacionais, mas em algumas matérias é dito como algo redundante e pouco refinado.

Propor o brinde usando em outro idioma também não é problema. Apesar da palavra “saúde” ser a mais utilizada, em alguns países se brindam “à vida” ou se mantém tradições seculares, como na Dinamarca e na Noruega onde o brinde usa a palavra “caveira”, remontando ao costume Viking de beber cerveja no crânio de seus inimigos.

As formas mais famosas são:

Alemanha: Prost
Brasil e Portugal: Saúde
Dinamarca e Noruega: Skäl (se pronuncia “Skol”, do Viking “caveira”)
Espanha: Salud
Estados Unidos e Inglaterra: Cheers
França: Santé ou Salut
Israel: I’chayim (do ídiche “à vida”)
Itália: Salute
Rússia: Na Zdorov (se pronuncia “Nastrovie”)
Uma coisa é certa: brindar é muito prazeroso. Celebre sempre que possível, harmoniza com a vida!

 

(Fonte: Panela de Barros – blog)


10 dicas para harmonizar o vinho com a comida

Empórios | sexta-feira 26 setembro 2014 13:24

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O consumo de vinho médio do brasileiro  é de menos 2 litros por ano. Os argentinos, por exemplo, consomem cerca de 30 litros por ano. Já os franceses, os campeões em consumo, consomem mais de 48 litros por ano.

No momento da escolha de qual tipo experimentar, especialmente quando uma refeição o acompanha, o brasileiro que não está tão habituado quanto nossos vizinhos argentinos e colegas franceses. Muitas dúvidas surgem sobre qual seria a melhor opção para determinado momento e elementos que compõe a refeição.

Abaixo, confira 10 dicas sobre como harmonizar o vinho com a comida:
1)
Siga seus instintos e suas preferências.
2) O vinho não pode ser um inimigo da comida. Ele não deve anular o gosto do prato nem o contrário.
3) Alimentos e vinhos com sabores similares se complementam.
4) Pratos mais fortes e com muito sabor pedem vinhos mais encorpados, como nosso Cabernet Sauvignon Reserva.
5) Carnes e assados, como são pratos gordurosos, pedem vinho tinto. Nossa sugestão é o Merlot Reserva.
6) Peixes e frutos do mar, por sua suavidade e acidez, se dão melhor com vinhos brancos e espumantes.
7) Aves e Caças: depende da intensidade do sabor. Frangos, por exemplo, se casam com brancos encorpados ou tintos não muito frutados.
8) Massas: molhos de carne pedem vinho tinto; os à base de tomate combinam bem também com os rosés; massas com creme casam bem com vinhos brancos.
9) Sobremesa: um vinho igualmente doce, como o nosso Moscato Jovem.
10) Vinhos espumantes são coringas! Aposte nele para comemorações, entradas e coquetéis.


Consuma um cálice de vinho por dia e faça exercícios!

Empórios | terça-feira 23 setembro 2014 13:42

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Considerado fonte de saúde por antigas civilizações, o vinho teve suas propriedades reforçadas nos últimos anos por pesquisas que apontavam o consumo moderado da bebida como aliado no combate ao câncer e a problemas cardíacos. Pois é de um estudo científico da República Checa traz novas notícias para os apreciadores da bebida.

Apresentada durante o Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, que se encerra hoje, em Barcelona, na Espanha, a pesquisa sustenta que beber quantidades moderadas de vinho não traz benefícios para a saúde do coração, a não ser que o hábito esteja associado a uma rotina de exercícios físicos.

Ao longo de um ano, pesquisadores do Hospital Universitário de Olomouc estudaram os efeitos de beber tanto vinho tinto quanto branco em 146 pessoas que apresentavam risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Cada indivíduo tinha de manter um diário de seus hábitos de consumo, uso de medicamentos e quantidade e tipo de exercício que realizava. Os cientistas compararam os níveis de colesterol HDL (considerado o colesterol bom, que age eliminando depósitos de gordura no interior das artérias) nos participantes. O aumento do índice é um forte sinal de maior proteção contra doenças cardíacas.

O grupo que realizou atividades físicas apresentou aumento no colesterol HDL e queda no colesterol LDL. Quando este último está alto, pode gerar o acúmulo de placas de gordura no interior das artérias e, consequentemente, aumenta o risco de doenças cardiovasculares.

Este é o primeiro estudo a longo prazo que comparou os efeitos do consumo moderado –segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), consumo moderado de vinho equivale a 200 ml para mulheres, 300 ml para homens, 5 vezes por semana, no máximo – de vinho tinto e branco sobre o colesterol e outros marcadores de aterosclerose, doença caracterizada pelo acúmulo de material gorduroso nas paredes das artérias.

— Combinar consumo moderado de vinho e exercício regular melhora marcadores de aterosclerose, sugerindo que somente esta combinação é protetora contra doenças cardiovasculares — concluiu Taborsky.

Vinho e hábitos saudáveis andam sempre juntos. Um brinde à saúde!

(Fonte: Zero Hora)


O que é tanino?

Vinhos | sexta-feira 19 setembro 2014 13:40

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Você sabe o que é este tanino? Qual sua importância e influência para os vinhos?

Muitos comentam que não gostam de vinho que amarra, seca e pega na boca ou que dá aquela sensação de banana verde. Pois bem, este é o tanino.

Em termos químicos tanino é um fenol. Em termos de natureza ele está presente em todos os frutos verdes, nas sementes, no caule e cabinhos. Serve de proteção à planta e aos seus frutos, quando ainda verdes.

Em termos de vinho, fora as partes verdes , em geral, não vinificadas, estão mais presentes na casca das uvas. Os tintos têm muito mais taninos que os brancos. E entre as uvas tintas, as mais conhecidamente tânicas, são a Baga e a Tannat, como mencionado acima. E as menos tânicas, Pinot Noir e a Gammay, dos Beaujolais

No processo de vinificação existem várias técnicas que amenizam, arredondam e integram os taninos ao vinho. Mas, dependendo da qualidade das uvas, aí referindo a sua maturação completa (de dentro para fora) e do tipo de vinificação, por vezes, o tanino encontra-se muito presente, algo como verde e marcante, que incomoda bastante. Quanto ao aspecto visual, normalmente mostram um tinto com cor intensa e as bordas tendendo ao roxo.

Vinhos com mais tanino

Tannat
Nebbiolo
Cabernet Sauvignon
Tempranillo
Montepulciano
Petit Verdot
Petite Sirah
 

Vinhos com menos tanino

Barbera
Zinfandel
Pinot Noir
Primitivo
Grenache
Merlot
Gamay
 
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A barrica de carvalho, em geral o americano ou o francês, com sua constante micro-oxigenação, acalmam e arredondam estes taninos, tornando-os aveludados e trazendo corpo. deixando vinho com mais estrutura.  Aqui o tempo de barrica e garrafa só traz benefícios!

Desfrutar vinhos com mais informação é desfrutar melhor. Um brinde ao conhecimento!

 

(Fonte: Site Sobre Vinho)


Você sabe como desgustar um vinho?

Vinhos | segunda-feira 15 setembro 2014 13:08

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Existe um ritual básico que é feito de algumas etapas bem fáceis de memorizar. Vamos aprender a degustar um vinho e reconhecer todas as suas qualidades?

1 – Visual

Esse é o primeiro contato com o vinho, nele, observamos sua cor, o brilho, a limpidez, a existência ou não de turvação.

Tintos: jovens têm cores vermelho intenso, rubi, violeta. Mais velhos, ganham bordas cor de tijolo. Muito antigos, podem derivar para o marrom alaranjado.

Brancos: jovens têm cores claras, amarelo, palha, às vezes com reflexos esverdeados. Mais velhos, ganham toques alaranjados, mais intensos.

Rosés: podem variar da cor cereja à da casca de cebola, passando pelo salmão.

Espumantes: jovens, elaborados pelo método Charmat ( segunda fermentação em tanques de inox) são geralmente amarelo claro, quase incolores. Mais velhos, elaborados pelo método Champenoise ou Tradicional ( segunda fermentação na garrafa), adquirem cor dourada. Bolhas de gás finas e persistentes (o perlage) são indício de qualidade superior em um espumante.

2 – Olfativa

Possivelmente a parte mais importante da avaliação de um vinho. Gira-se o líquido na taça, para a liberação das substâncias voláteis, e aspiram-se profundamente os aromas. Que podem ser primários (originários da fruta e do terroir), secundários (do processo de vinificação) ou terciários (próprios do envelhecimento).

Tintos: jovens, devemos encontrar aromas de frutas vermelhas, às vezes de compotas e geleias. Ou couro, café, especiarias e tabaco, nos mais longevos.

Brancos: jovens identificamos flores ou frutas de polpa clara, como abacaxi, melão, pêssego, banana ou limão. Nos mais velhos, com passagem por barrica, notas de manteiga. Nos brancos licorosos ou de colheita tardia, muito mel.

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3 – Gustativa

Essa é a última etapa da avaliação. Fazemos o vinho rolar pela boca, para sentirmos o álcool, os taninos, a doçura, a acidez, o amargor. Aqui, busca-se o equilíbrio entre esses diversos elementos.

Tintos: encorpados terão mais álcool e taninos do que os mais leves.

Brancos: terão frescor, notas cítricas, por vezes alguma manteiga.

Espumantes: jovens, muita fruta e acidez. Evoluídos, sabores de nozes, fermento, brioche, pão tostado, e menor acidez.

gustativa

Nesta fase da avaliação, os vinhos podem ser engolidos ou descartados em um recipiente adequado, caso se trate de uma degustação técnica com muitas amostras.

E você, já degustou os vinhos Mitto Terroir?

Esperamos que você possa desfrutá-los apreciando todas as suas características de produção!

Um brinde aos bons momentos!

 


EXPOAFLORD e Mitto Terroir, um encontro de aromas!

Eventos,Suco de uva integral | quinta-feira 11 setembro 2014 17:54

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Recentemente, a Mitto teve a oportunidade de participar de um evento já tradicional na cidade de Arujá, a Expoaflord.

Com a parceria da Kanazawa Artesanal, que,  há mais de 40 anos,  produz doces tradicionais japoneses no bairro da Liberdade em São Paulo, a Mitto apresentou sua linha de produtos para milhares de pessoas, que são atraídas pelas novidades em botânica apresentadas todos os anos.

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A festa, que acontece antes da primavera, antecipa as tendências para decoração da estação. De 23 de agosto a 7 de setembro, foram apresentadas mais de 2 mil variedades de flores e plantas e foram estimadas mais de 40 mil pessoas que passaram pelo evento.

Cerca de 80 produtores das cidades São José dos Campos, Taubaté, Jacareí, Guararema, Santa Isabel, Mogi das Cruzes, Arujá, Itaquaquecetuba e Guarulhos expuseram seus produtos na feira. “Como nossa associação a maioria é produtor de orquídeas dá para trazer um material bem mais bonito”, contou o presidente da Aflord, Edson Tamada ao portal de notícias G1.

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O destaque por parte da Mitto, nesta feira, ficou por conta de nosso delicioso suco de uva integral, que é feito com as melhores uvas produzidas em uma área de 52 hectares de terra propícia ao plantio da fruta, com técnicas aprimoradas e enólogos que acompanham a maturação da uva e o ponto certo de colheita.

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Nossas promotoras, com muita simpatia atenderam os visitantes oferecendo a degustação dos sucos tinto e branco com qualidade superior e sabor incontestável, que só a Mitto Terroir pode oferecer.

Agradecemos a oportunidade de nossos parceiros, da feira e de todos que passaram pelo stand.

Para saber mais sobre a Expofloard, acesse: http://www.expoaflord.com.br/